
"Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá- lo para as presentes e futuras gerações."-Constituição Federal.
Sustentabilidade é ação!Fiquei muito interessada em saber sobre um projeto que vi no Jornal Nacional que apresentou como ainda existe pessoas querendo mudar, ajudar, então vou repassar:
Com um projeto que leva filtros de água muito simples e fáceis de montar para comunidades carentes ou vítimas de grandes catástrofes pelo mundo, o americano Jon Rose transformou seu cotidiano em uma grande onda pelo bem. Nesta quarta-feira (20), ele esteve na comunidade Padroeira II, em Osasco (grande São Paulo) e levou a possibilidade de consumir água potável para dezenas de famílias.
CRIATIVA - Como surgiu a ideia da ONG Waves for Water? JON ROSE - Eu era surfista profissional e visitava diversos lugares ao redor do mundo, lugares dos mais remotos, com condições de vida realmente ruins. Durante estas viagens, vi a necessidade das pessoas com meus próprios olhos. Eles precisavam de água, comida, abrigo. Meu pai estava com um projeto de levar água limpa para os povos da África, então pensei: "Eu também posso fazer isso!". E comecei a promover o projeto nos lugares pelos quais eu tinha passado. Waves for Water começou com uma ideia muito simples e, a partir disso, nos deu a oportunidade de ir a qualquer lugar que quisermos. Se quiser ver o conteúdo na íntegra: http://revistacriativa.globo.com/Revista/Criativa/0,,EMI250554-17356,00-EXSURFISTA+LEVA+AGUA+POTAVEL+PARA+COMUNIDADE+CARENTE+DE+SAO+PAULO.html
A solução de filtragem desenvolvida por Jon Rose é simples e prática, exatamente para ser aplicada nas mais diversas situações. Baldes de plástico, uma faca, torneira e filtro de água cerâmica são os materiais necessarios para o processo. No link pode-se ver sua utilização: http://www.wavesforwater.org/. Mais do simplesmente doar filtros, a idéia do WavesforWater é capacitar os próprios moradores da região a operarem sozinhos o sistema, para que o projeto permaneça e continue, mesmo após a visita de seu fundador.
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