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domingo, 8 de julho de 2012

Índios pedem em São Paulo a suspensão das obras de Belo Monte; ocupação da usina está mantida


São Paulo – Cerca de 350 índios de nove etnias que ocupam, desde o dia 21 de junho, o canteiro de obras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, em Altamira (PA), só deixarão o local depois que as medidas para amenizar os efeitos negativos da construção para as populações indígenas forem adotadas.
A declaração foi feita dia (5) pela liderança da etnia Xikrin, Sandro Bebere Kayapó, mais conhecido como Mukuka, em entrevista coletiva na capital paulista.
“Viemos mostrar que o processo de licenciamento da hidrelétrica de Belo Monte tem ocorrido de forma a atropelar o cumprimento das condicionantes”, disse Mukuka. Ele participa em São Paulo da reunião anual da Associação Brasileira de Antropologia (ABA).
Mukuka disse ainda que o descumprimento dos prazos indicados tem que levar à suspensão do licenciamento ambiental da obra. “Vamos manter a ocupação até que as condições sejam cumpridas. Não basta falar que vai fazer. Só vamos permitir que as obras voltem quando as condicionantes forem atendidas”, declarou.
Condicionantes são as medidas de mitigação dos impactos negativos da usina, exigidas para a construção, com objetivo de compensar as populações que serão afetadas direta ou indiretamente pela sua implantação. O movimento de ocupação visa a acelerar o cumprimento dessas providências.
Os índios ocupam o canteiro de obras do Sítio Pimental. De acordo com líder indígena, este é o principal canteiro, tendo em vista que é o trecho da obra diretamente no Rio Xingu. “As atividades estão paradas. Hoje mesmo uma balsa [com a qual se tentou retomar ao trabalho] foi apreendida”, relatou. A empresa Norte Energia S.A., por outro lado, informou que nenhuma atividade foi suspensa.
Dentre as reivindicações, estão: criação de um comitê indígena para monitoramento da vazão do rio; criação do Comitê Gestor Indígena; estudos complementares do Rio Bacajá, que é um afluente do Rio Xingu; e plano de proteção das terras dos índios. Segundo Mukuka, somente o programa de comunicação foi cumprido, mas a proposta não atenderia às necessidades das aldeias.
De acordo com a antropóloga Sônia Magalhães, da Universidade Federal do Pará (UFPA), a licença para instalação das obras da usina é condicionada ao atendimento dessas ações, por isso cabe a suspensão da licença.
“A construção de Belo Monte não está liberada. A licença que autorizou a construção é condicional, é parcial. Legalmente, pode ser suspensa a qualquer momento. A obra já começou, mas as condicionantes não foram cumpridas nem antes, nem agora”, explicou a professora.
A Norte Energia S.A. informou que uma nova reunião com índios está marcada para o dia 9 de junho, na qual serão apresentadas as respostas para as demandas. “Os pleitos de caráter geral e as demandas específicas serão analisados de modo a encontrar uma relação com as ações que integram o Plano Básico Ambiental [PBA] indígena”, diz a nota enviada pela assessoria de imprensa. Na avaliação da empresa, a primeira reunião, no dia 28 de junho, ocorreu em clima amigável.
Os índios reclamam também que o PBA não foi aprovado por eles e que a Fundação Nacional do Índio (Funai) apresentou um plano que não foi discutido pelas tribos. Por meio de nota, a instituição informou que, considerando a “situação emergencial em que se encontram as populações indígenas impactadas pelo início das obras”, encaminhou, em 02/07/2012, “ofício e parecer técnico ao Ibama dando anuência e recomendando o início da execução do PBA indígena”.
Segundo a Funai, embora o documento já tenha sido encaminhado, “será garantida a sequência de reuniões sobre o PBA indígena nas aldeias onde estas ainda não foram realizadas”.
* Edição: Davi Oliveira
** Publicado originalmente no site Agência Brasil.
fonte:(Agência Brasil) 

domingo, 10 de junho de 2012

Lago Retba, que fica no Senegal, na África ocidental


É que o Retba está infestado com um organismo – uma microalga marinha – chamado Dunaliella salina que ama sal. Adaptada para meios com alta concentração de sal, essa microalga produz um pigmento vermelho que absorve e utiliza a luz solar para criar mais energia, deixando a água com esse tom rosa.
A Dunaliella salina é considerada a comida mais densamente nutritiva do mundo. Por causa de sua capacidade de produzir grande quantidade de carotenoides (pigmento), é utilizada em produtos cosméticos e suplementos dietéticos.
A cor de milkshake de morango do lago fica mais visível em estações secas. Ao norte da península de Cap Vert, no Senegal, trabalhadores locais passeiam pelo lago de três metros todos os dias para coletar minerais de suas águas. Essa tarefa, aliás, é bem fácil, já que flutuar nesse lago – também como no Mar Morto – é moleza, devido justamente à alta concentração de sal.
Eles processam os minerais antes de vendê-los, que formam pilhas e pilhas na costa do Retba.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Cão vira herói após proteger recém-nascido abandonado em Gana


Um cão passou a ser considerado herói depois de amparar um recém-nascido abandonado em Gana. O cachorro foi encontrado debaixo de uma ponte em Winkongo, perto da fazenda onde vive, protegendo o bebê. As informações são da Agência de Notícias Gana. 


O dono do animal acionou uma equipe de busca porque o cão não havia voltado para casa à noite. Para surpresa de todos, o bichinho foi encontrado enrolado em volta do bebê, que ainda estava com o cordão umbilical. 

A criança foi encaminhada a uma unidade de saúde local, onde tomou as devidas vacinas. A mãe  ainda não foi ainda localizada.

fonte:yahoo
foto:Foto: Agência de Notícias de Gana

quinta-feira, 7 de junho de 2012

RIO + 20


A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável Rio+20, que será realizada na cidade do Rio de Janeiro entre os dias 13 e 22 junho de 2012, contará com representantes dos 193 Estados-membros da ONU e com milhares de participantes dos mais variados setores da sociedade civil.

O credenciamento das delegações oficiais, de representantes da sociedade civil e da imprensa está a cargo da ONU.
A participação brasileira no evento encontra-se sob a coordenação da Comissão Nacional para a Rio+20, criada pelo Decreto 7.495, de 7 de junho de 2011.

Estados membros

A Rio+20 é um processo intergovernamental dirigido pelos Estados-membros das Nações Unidas, com forte engajamento do sistema ONU e da sociedade civil. Diversas reuniões preparatórias dos Estados-membros estão sendo realizadas nos meses que antecedem a Conferência, para discutir o objetivo e os temas propostos. A Conferência contará com a participação de Chefes de Estado e de Governo, bem como de outros representantes, e deverá resultar em documentos consensuais.

Sociedade civil internacional 

Desde a Rio-92, a sociedade civil participa de forma essencial na promoção do desenvolvimento sustentável.  De acordo com o sistema das Nações Unidas, os chamados “grupos principais” – organizações não-governamentais, grupos empresariais, comunidades indígenas, autoridades locais, organizações de agricultores, grupos de crianças e jovens, trabalhadores e sindicatos, entidades de mulheres e a comunidade científica e tecnológica, todos terão espaço para representar a sociedade civil.
Para participar, é necessário que a organização esteja registrada na ONU, o que pode ser verificado por meio da lista de organizações que possuem status consultivo no ECOSOC – Conselho Econômico e Social. É bom lembrar que as organizações que participaram de outras conferências estão automaticamente credenciadas.

Indivíduos

A participação de indivíduos também é muito importante para o êxito da Conferência. Todos poderão contribuir com envio de sugestões, divulgação das informações e participação em eventos da Conferência. Antes do evento, o público em geral pode participar por meio de sugestões, escrevendo em alguma das línguas oficiais da ONU (árabe, chinês, espanhol, francês, inglês, russo) para o email: uncsd2012@un.org.
Também é possível participar dos diversos eventos paralelos à agenda intergovernamental que estão sendo planejados para o período de realização da Conferência. Eles acontecerão em áreas reservadas pelo Comitê Nacional de Organização para a sociedade civil e suas programações serão divulgadas oportunamente neste sítio e pela imprensa.

Voluntariado

Você pode participar diretamente da organização da Conferência por meio do nosso programa de voluntariado. Para saber mais sobre essa iniciativa, leia o edital do programa.

O Futuro que Queremos

“Se você pudesse construir o futuro, o que você gostaria de fazer?”. Esta é a pergunta fundamental que as Nações Unidas fazem à sociedade civil na campanha “O Futuro que Queremos”. Pense na maneira em que você gostaria de ver um mundo melhor e participe! Saiba mais detalhes da campanha aqui.

FONTE:www.rio20.gov.br

sábado, 2 de junho de 2012

* Lost in Japan * (japao.tk): Paredão "Comestível" no JR Takashimaya - Lost in J...

* Lost in Japan * (japao.tk): Paredão "Comestível" no JR Takashimaya - Lost in J...: Acho muito legal, bonita  esta cheirosa e apetitosa parede, de um café,  no  Takashimaya JR Nagoya. Um detalhe: metade das luze...

Centros de Defesa Ambiental - Petrobras


A Petrobras, seguindo os mais modernos padrões internacionais, instalou no país nove CDAs (Centro de Defesa Ambiental), cujo objetivo é assegurar máxima proteção a suas unidades operacionais em caso de emergência.


Rapidez e eficácia no combate a emergências.
A Petrobras, seguindo os mais modernos padrões internacionais, instalou no país nove CDAs (Centro de Defesa Ambiental), cujo objetivo é assegurar máxima proteção a suas unidades operacionais em caso de emergência.Localizados em pontos estratégicos de operação da empresa (ver mapa), os CDAs cumprem uma função de apoio. Ou seja, complementam os planos de contingência locais já existentes nos terminais, refinarias e demais unidades de negócio e de serviço da Companhia.

Ao mesmo tempo, os CDAs representam substancial reforço para os planos de contingência regionais da Petrobras. Devido à sua proximidade do Aeroporto de Guarulhos, o maior do país, o CDA de São Paulo pode dar suporte, quando necessário, aos demais CDAs, aumentando ainda mais a capacidade de resposta da empresa em caso de acidentes.

Treinamentos, simulados e mapas de sensibilidade
Todos os CDAs estão equipados com barcos recolhedores, balsas, dispersantes químicos, agentes bioremediadores e até 20 mil metros lineares de barreiras de contenção e absorção de óleo, que podem rapidamente ser deslocados para combater emergências em qualquer parte do país. Em média, cada CDA é operado por 20 profissionais treinados e que, se necessário, podem comandar até 1.000 pessoas numa operação.

Além disso, através da análise de comportamento de marés, ventos, correntezas e da sensibilidade ambiental (mapas de sensibilidade) os CDAs estão em constante desenvolvimento, de modo a abreviar ao máximo o tempo de resposta e os impactos ambientais decorrentes de acidentes. Os CDAs realizarão, periodicamente, exercícios simulados de vazamento de óleo, visando aprimorar a integração de todos os envolvidos nos planos de contingência.

Entre em contato com os Centros de Defesa Ambiental em todo o Brasil. 

Telefones - 24 horas

Amazônia - (92) 616.4128
Maranhão - (98) 217.3300
Rio Grande do Norte - (84) 235.5555
Bahia - (71) 642.3344
Centro-Oeste - (62) 206.8743
Bacia de Campos - (22) 2773. 6411
Rio de Janeiro - (21) 2677. 2002
São Paulo - (11) 6460.5812
Sul - (47) 341.3590
Alpina Briggs - 08007039133
Fontes:Petrobras;Ambiente Brasil