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sábado, 8 de março de 2014

Coleção de jeans reciclado na H&M

Desde 2011, a H&M se envolve em iniciativas sustentáveis como a campanha detox do Greepeace e o Sustainable Apparel Coalition, grupo de marcas que visa reduzir os impactos ambientais na indústria da moda. Agora a fast-fashionanuncia mais uma novidade: o lançamento da 1ª coleção cápsula de jeans feita defibras recicladas!
rede sueca realizou uma campanha em 2012 pra doação de roupas antigas em troca de descontos e arrecadou cerca de 4 toneladas de tecido. Tudo isso foi usado nas peças da coleção! A linha que conta com calças, jaquetas e coletes contém 20% de algodão reciclado – máximo recomendado pra não comprometer a qualidade do tecido
Fonte:http://www.inspiramais.com.br/novidades/527/colecao-de-jeans-reciclado-na-hm

quinta-feira, 6 de março de 2014

MODA E SUSTENTABILIDADE

Destaque nas principais semanas de moda do país, a EcoSimple mostra suas novidades em tecidos eco-friendly para o inverno 2013 no INSPIRAMAIS, de 24 a 26 de julho. Para a próxima estação fria, a empresa apresentará os tecidos London, Belfast, Bilbau, Slub e o Custom, cuja principal característica é a facilidade na hora de customizar peças. “O tecido possui fios salteados possibilitando que apenas com o auxílio de uma tesoura se possa customizar a peça desejada, sendo acessórios, calçados ou roupas”, destaca o Diretor Claudio Rocha. Durante o evento, a EcoSimple pode ser visitada no estande 56, do Centro de Convenções do Shopping Frei Caneca, em São Paulo/SP.

Destaque também para nova linha de tecidos da EcoSimple assinada pelo estilista Alexandre Herchcovitch que, durante o SPFW, demonstrou a possibilidade de se atrelar moda e sustentabilidade. Algumas das peças, produzidas com a lona Cargo (igual às usadas em caminhões) e Tweed, apresentadas no último desfile do estilista estarão expostas no estande da empresa.

INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE - Os tecidos reciclados da EcoSimple são produzidos através de um processo inovador, que começa com a coleta de sobras e aparas de tecido descartadas pelas indústrias têxteis. Depois, o material passa por várias etapas de reciclagem, fiação e tecimento, agregando resíduos de pet também reciclados para compor os novos tecidos.

As tonalidades dos tecidos EcoSimple são obtidas através das cores originais dos resíduos reciclados, aproveitando a coloração natural das fibras em suas diversas nuances, sem uso de corantes, produtos químicos e água no processo fabril. A EcoSimple disponibiliza diversas opções de cores e padronagens, listrados e xadrezes para o setor calçadista, moda e decoração. “O grande diferencial da Ecosimple é sua autonomia. A empresa possui todas as etapas fabris e não terceiriza nenhum processo, podendo atender com maior agilidade os mais diferentes segmentos do mercado”, informa a diretora industrial Marisa Ferragutt.

Cada metro de tecido produzido elimina 480 gramas de resíduo têxtil e oito garrafas pet do meio ambiente.  Desta forma, a EcoSimple promove a conscientização sobre a necessidade de se investir em materiais desenvolvidos em sintonia com a visão de sustentabilidade e respeito com o planeta.
Mais informações: www.ecosimple.com.br ou (19) 3469.4951.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Por que pilhas e baterias não podem ir para o lixo?


FONTE:http://www.setorreciclagem.com.br/
A falta de cuidado no descarte de pilhas e baterias pode resultar em diversas complicações, como a contaminação do solo e da água e até mesmo doenças que podem afetar quem entrar em contato com um local onde esses materiais foram descartados incorretamente
Pois, de acordo com o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), o perigo desses tipos de produtos reside no fato de as pilhas e baterias possuírem líquido tóxico em sua composição e, se jogadas incorretamente, podem ser amassadas ou estourarem, deixando vazar a substância.

Assim, o líquido nocivo se acumula na natureza e, como não é biodegradável e não se decompõe, pode contaminar o solo. Por conta disso tudo, é tão urgente a conscientização e mudança de hábitos da população.

Utilize da melhor forma
Os primeiros passos para o descarte correto de pilhas e baterias, lembra a entidade, ocorre justamente nas escolhas para aquisição e uso desses tipos de produto:
• Escolha pilhas recarregáveis, pois têm mais durabilidade.
• As pilhas alcalinas não contêm metais pesados em sua composição.
• Já as pilhas comuns (inclusive as recarregáveis) possuem mercúrio, cádmio e chumbo e devem ser devolvidas ao fabricante.
• Não adquira produtos piratas, pois a procedência duvidosa pode trazer materiais mais tóxicos do que os regulamentados.
• Verifique se a embalagem contém informação de que a pilha pode ser descartada no lixo comum.
• Retire as pilhas dos equipamentos, se eles ficarem muito tempo sem uso.
• Nunca guarde pilhas e baterias em locais expostos ao calor e à umidade, o que evita vazamento do seu conteúdo.
Depois que os produtos não tiverem mais uso, está na hora de pensar no descarte.

Como fazer o descarte correto?
A responsabilidade por recolher e encaminhar adequadamente as pilhas após o uso é do fabricantes, ensina o Idec.

Portanto, os materiais usados devem ser entregues aos estabelecimentos que comercializam ou às assistências técnicas autorizadas, para que eles repassem os resíduos aos fabricantes ou importados.

As pilhas e baterias podem ser recicladas, reutilizadas ou ainda podem passar por algum tipo de tratamento que possibilite um descarte não nocivo ao meio ambiente.

Legislação e participação do comércio
O Idec ainda avalia que a participação do comércio na questão é fundamental, oferecendo postos de coleta para as pilhas e baterias usadas.


A legislação brasileira, por meio da Resolução 257 do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), determina que os fabricantes devem inserir no rótulo informações sobre o perigo do descarte incorreto.

Além disso, a PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos), sancionada em agosto de 2010, estabelece o incentivo à chamada logística reversa, que constitui em incentivos para que as empresas, governo e os consumidores sejam comprometidos em viabilizar a coleta. 

domingo, 16 de fevereiro de 2014

“Zoo da morte” gera polêmica com casos de animais maltratados -Vanessa Daraya, de INFO Online

O zoológico de Surabaya, da Indonésia, já foi motivo de orgulho para o país com o maior número de espécies de todos os zoos da região. Mas as atuais condições do local tem gerado indignação internacional. As informações são da agência de notícia BBC.
A história mais chocante de todas sobre o zoológico é sobre o jovem leão Michael, que foi encontrado morto na jaula. Foi enforcado com um cabo usado pelos tratadores do zoológico para abrir e fechar o local.
Ainda não se sabe o que houve com o animal. Um dos funcionários alega que Michael se enroscou sozinho no cabo. Mas o corpo foi removido antes mesmo da polícia chegar para investigar o caso.
Um dragão-de-komodo e uma fêmea de cervo que estava grávida também foram encontrados mortos. Alguns animais também podem ser vistos acorrentados em jaulas apertadas. Fotos e vídeos de elefantes acorrentados foram notícia no mundo todo. Um filhote de orangotango foi visto passando as próprias fezes espalhadas pela jaula em seu próprio rosto. Uma tigresa ficou tão magra que está quase com o tamanho de um cachorro.
As condições do zoológico geraram pedidos de todo o mundo para que o local fosse fechado. Mas as autoridades locais alegam que não vão fechar o zoológico e que trabalham para o bem-estar dos animais.
O governo municipal é responsável pela administração do zoológico e prometeu que vai aplicar padrões internacionais de cuidados com os bichos. Apesar das promessas, muitos animais parecem continuar vivendo em condições inadequadas, como de superlotação.
O triste fim da girafa Marius:Seus criadores do zoológico de Copenhague, da Dinamarca, optaram por sacrificar o filhote de um ano e meio em perfeito estado de saúde. Pouco comovidos, os dinamarqueses ainda disseram que a reação global diante da morte de Marius foi hipócrita e politicamente correta.

Segundo o zoológico, não seria possível deixar a girafa crescer para evitar a consanguinidade entre os exemplares da espécie. Isso significa que o acasalamento de Marius com parentes próximos poderia provocar o nascimento de filhotes doentes.

O zoológico afirmou que não tinha um espaço isolado para abrigar Marius. Também disse que, se houvesse, seria um desperdício usá-lo para abrigar um animal que não pode contribuir para a sobrevivência da espécie. 

As opções de castração ou reintrodução na natureza foram descartadas por seus possíveis efeitos adversos. A transferência de Marius para um centro da Associação Europeia de Zoológicos e Aquários (EAZA) também não foi cogitada por incompatibilidade genética. Além disso, segundo o zoológico, sua política não autoriza a venda de animais, apesar de ofertas de compra milionários.
http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/2014/02/zoo-da-morte-causa-polemica-com-leao-enforcado-e-animais-maltratados.shtml
MUITO IMPORTANTE A DIVULGAÇÃO MUNDIAL PARA ESSES CASOS, POIS MUITAS VEZES POR COMODIDADE ANIMAIS SÃO MORTOS SEM QUALQUER VALOR E ISSO NÃO PODE ACONTECER, DEVE HAVER RESPEITO E PUNIÇÃO.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Hoje vou abrir meu coração para vocês...

Para quem não sabe eu moro em um sítio  e adoro este contato direto com a natureza e  por eu admirar tanto a natureza como um todo, tenho um blog de ambiental que chama “ a arte de modificar”, tenho um  twitter e uma página no face com o mesmo nome, onde falo sobre tudo, ONGS, iniciativas ambientais, leis. 


Infelizmente me deparei com uma  situação pessoal onde não pude evitar  que  mais de quarenta pinheiros fossem  arrancados, mas para não ter problemas jurídicos, infelizmente não vou mencionar os fatos, local,  nem os nomes das pessoas que estão envolvidas, pois  o fato é que  as medidas legais já foram efetuadas.
O objetivo desde texto na verdade é que minha dor de ver cada um desses pinheiros sendo derrubados me fez refletir sobre o natal que esta chegando e pensar..nesta época o que mais tem são pessoas comprando pinheiros   para o natal  e depois dessa época muitas pessoas acabam não tendo onde colocar estas árvores, seja porque moram em apartamentos ou  não tem onde plantar ou não tem interesse em ficar com a planta.


Enfim, caso você queira doar após o natal  o seu pinheiro, entre em contato comigo  pelo e-mail regiovannoni@yahoo.com.br que dependendo da distância marcamos um local para eu pegar o pinheiro e replantar, obviamente não no mesmo local onde os outros  foram arrancados, mas em um local onde sejam preservados e sejam a renovação daqueles que foram arrancados, tirarei fotos inclusive para mostrar o plantio.Caso você leu até o final este texto agradeço, caso possa depois do natal contribuir para essa idéia  agradeço em dobro.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Animais são resgatados do Instituto Royal por ativistas de direitos animais

A madrugada dessa sexta-feira (18) ficará registrada como um momento histórico na causa em defesa dos direitos animais no Brasil. Centenas de ativistas, após seis dias de vigília em frente ao Instituto Royal, um laboratório de experimentação animal, invadiram a empresa e resgataram cerca de 200 cães da raça Beagle, os mais utilizados na vivissecção. Além dos cachorros, foram resgatados coelhos e ratos que também estavam sendo explorados para testes de produtos farmacêuticos e cosméticos no laboratório da empresa, que fica em São Roque, no interior de São Paulo.


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Manifestantes acusam Instituto Royal de maus-tratos a cães da raça beagle. Boatos de que haveria retirada de animais levaram mais gente ao local.

fonte:G1


Cerca de 20 manifestantes fazem nesta quinta-feira (17) mais uma manifestação para bloquear os portões do laboratório Royal, em São Roque (SP), que é acusado de maus-tratos contra animais, especialmente cães da raça beagle, ao realizar testes de produtos cosméticos e farmacêuticos. O protesto acontece desde o último sábado (12), mas ganhou novas adesões nesta quinta-feira por causa de boatos de que a empresa estava preparando a retirada e o sacrifício dos animais, depois que três vans e um caminhão de pequeno porte entraram no laboratório durante a tarde. Nas redes sociais, internautas prometem se juntar ao protesto durante a noite.

Uma reunião estava marcada para o fim da tarde desta quinta-feira, com a presença de ativistas dos direitos dos animais, funcionários da prefeitura e representantes do laboratório. O encontro foi cancelado porque a empresa enviou e-mail informando que não ia mandar um representante, temendo por segurança, e depois que os ativistas decidiram ir embora para reforçar o bloqueio dos portões.
Os manifestantes impedem a saída de veículos do laboratório sem que antes façam uma vistoria para saber se há cães. Houve um princípio de confusão porque um dos motoristas se negou a abrir o carro para que os ativistas olhassem dentro, e depois recuou, sem sair do local. A Guarda Municipal enviou quatro viaturas ao local, duas em cada um dos portões da empresa, mas diz que até agora não houve nenhum tumulto ou registro de atos de violência. O G1 não conseguiu falar com representantes do laboratório - nenhum dos telefones atendeu.
Entenda o caso

Em seu site, o Royal informa que os testes de citotoxicidade que realiza são “interessantes por serem rápidos, envolverem baixo custo e permitirem a avaliação de diversos alvos celulares (...) possibilitando a ampliação do conhecimento sobre os efeitos citotóxicos causados por agentes químicos e a estimativa destes efeitos em humanos”.


O imbróglio vem desde o ano passado, quando houve a primeira manifestação de defensores dos direitos dos animais contra o Royal. Os beagles são usados, segundo o laboratório, porque são dóceis, de médio porte e fácil manejo, além de serem uma raça pura, menos sujeita a variações genéticas - o que tornaria o resultado dos testes mais exato. O Ministério Público de São Roque investiga o caso, mas ainda não foi feita nenhuma acusação formal contra o laboratório.